quebra_cabecaAs parcerias entre os órgãos públicos e privados (PPP) têm sido importantes para os negócios e a economia de Minas Gerais. A PPP é um acordo de prestação de serviços firmado entre empresas privadas e órgãos públicos nas esferas federais, municipais e estaduais, criada para atender as necessidades do setor público, com problemas orçamentários para muitos investimentos. Minas Gerais é o estado com maior número de contratos de parceria dos órgãos públicos e privados em execução no Brasil. O modelo das parcerias do estado foi classificado entre os melhores exemplos de boas práticas de financiamento de PPP na América latina pelo Banco Mundial, no guia “Como envolver o setor privado nas PPPs em Mercados Emergentes”.

O conselheiro do MGTI e vice-presidente executivo da Sucesu Minas, Leonardo Bortoletto, destaca que o programa MGTI, iniciativa das quatro principais entidades de TI do estado – Assespro, Fumsoft, Sindinfor e Sucesu – que pretende colocar Minas Gerais em posição de destaque no cenário nacional e internacional de TI até 2022, conta com importantes parcerias públicas. “O objetivo do programa é atrair empresas de outros estados e países para desenvolver empresas locais e gerar postos de trabalho mais qualificados. Tornar Minas Gerais referência no setor de TI será possível com esforço conjunto de órgãos públicos, entidades e empresas. Por isso, defendemos a importância de fomentar parcerias para incrementar o volume de transações das empresas de TI no estado”, esclarece Bortoletto.

A legislação garante que a PPP é uma ferramenta eficaz na viabilização dos projetos fundamentais ao crescimento do país. A criação das PPPs visa contribuir com a Administração Pública para elevar os investimentos nacionais e evitar a redução do crescimento econômico beneficiando a sociedade, já que o setor privado possui maior conhecimento de determinados negócios. “As parcerias se iniciaram pela falta de estrutura do setor público, que não possui capacidade financeira para inserir novos serviços e financiá-los individualmente”, pontua Bortoletto.

Fonte: Zoom Comunicação